domingo, 22 de agosto de 2010

Onda...


Todos precisamos de uma última dança... Quando?

Ao prelúdio de uma morte, despedida, 'fim' de um amor...

Podendo ser uma dança, algo não no sentido mais literal, mas... Uma leve simbologia, uma despedida onde se possa lembrar eternamente, mesmo que tudo mude e que todos esqueçam até de si mesmos.
Algo seja feito onde um dia quando reacender, caso isso aconteça, que a volta seja mais brilhante do que qualquer outra luz já vista, como exemplo, o SOL.

O Amor vem, te atinge como uma onda forte, que às vezes encontra uma rocha bate e rebate, outras encontra ruinas... Qual seria o mais difícil de prosseguir?

Tentar novamente contra a rocha ou invadir as ruinas e reconstruir?

Respostas? Voluntários?

Ao atingir uma rocha a onda se dói, a dor da onda... Ela a sente como nunca havia sentido, e pensa em desistir de se fazer novamente, mas insiste e resiste até que consiga finalmente adentrar onde antes só havia rochas. Depois que conseguir, valerá a pena permanecer? ou voltará para o mar? O sol não a evaporaria? Bom...

E encontrando ruínas destruiria o pouco que restou, construiria novamente... Entraria fácil, faria com que a rocha esquecesse o que um dia aconteceu ali e colocaria algo novo no lugar... Talves enfeitar com lodo ou corais, mas... Que deixasse um lindo lugar... Mas e depois?

Se realmente amor fosse onda, logo acabaria... Mas, o Amor é todo um Mar... Mais ainda! Um planeta inteiro, com idas e vindas, pedregulhos e peregrinos, vida e morte, paz e guerras, brigas e carícias, caretas e sorrisos...

Por fim... Tudo forma uma música aos ouvidos de quem ama, a onda...

2 comentários:

Jenyfer Araújo disse...

Ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei...*-*

Almyr Rodrigues disse...

Feliz em saber... =)

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