segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Te achei, és quente...

De tarde, já à boca da noite
Sol nos deixando, e a lua toca teus lábios
Surge um lado oculto ao dia
Nem explicar sabem os sábios



Os normais logo percebem mudança
Quando tento explicar meu descanso
Inútil tentativa, mas eterna esperança
Deito-me ao 'minguar' da lua



A paciência abundante na madrugada
Nem dormir me interessa mais
Quero saber só do suor pingando
Ao friccionar de nossos corpos

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