sábado, 25 de setembro de 2010

ChUVA...


É aquela mesma que limpa a cidade
Vem e leva sujeira e besteiras
Ajuda o necessitado
A ter o que recomeçar

Um dia é forte, outro fraca
Hora grosseira, outrora sensível
Num certo momento
É o momento certo


Chega e exala o inconfundível odor

Molhando o que o sol aqueceu
Esteve amenizando o enorme calor
E lembrando a força divina ao que tudo perdeu

Na guerra o alívio, na dor a morfina
O sonho de areia é destruído
E a escultura assassina
Produzindo terríveis ruídos

Sou como a chuva
Que chega e percebem
O ser diferente
A cor desigual, num cacho de uvas

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