sábado, 4 de setembro de 2010

Distância... Medos...

Sempre que o põe em movimento o cata-vento, descobrimos de onde a leve rajada de vento está partindo...
E quando a força da água gira novamente uma azenha, é para dar vida a algo que a água jamais imaginou fazer...

Fantasmas surgem por todos os lados nos intrigando com suas medíocres imposições, de que devemos temê-los, nossas fobias vem à tona e muitos não reagem... Não demonstram a coragem devida!



Do Fantasma tenho a audácia, e da ópera, o enredo... Quando falo palavras doces ao ouvido, ponho-te pra dormir a cada escurecer, não é só pra ter ritual a cumprir... Mas pra te ver em sonhos e trazer-te ao meu lado!



Tola mente de quem pensa o contrário, digo e repito, me ignoro e engano a distância...

De longe conto segredos, de longe perco o medo, mas adquiro o temor de perder, mas não conto dos meus medos a ela... Por aí posso até me perder!

Da tua luta diária por pensares no futuro, admiro a garra...
Dos dias de tempestade e da glória ao final, louvo a força...
Das noites desprovidas de brilho lunar, agradeço por sua coragem!

E ao sentir que sou observado enquanto meu reflexo me observa, sinto como se fosses tu a me olhar, e então vem uma leve canção de dentro que diz...


"and the angel of music sings songs in my head..." (Angel Of Music - Phantom Of The Opera - Andrew Lloyd Webber)

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