segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Passando parado...

Tu passando...

Vai co'alma nos quatro tempos...
Primeiro onde tu pisas, sente primeiro...
O cheiro do lugar, que sentes ao mesmo tempo...
Vês a estupidez da simplicidade, expressa no maior vislumbre.
E o quarto? Fechado e às escuras!


Eu parado...

Sou distante, de instante em instante...
Estação, estas são as coisas que aparentam ser...
Não comove, nem se move, e a onda acerta...
Belíssima tua ação, atuação explícita de felicidade inerte!

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