domingo, 3 de outubro de 2010

Princesa do Sétimo Castelo

Vento quid levius? Fulmen. Quid fulmine? Fama. Fama quid? Mulier. Quid muliere? Nihil.

Correu e errou mais uma vez... Sentados ali na calçada, em frente a casa de uma simpática senhora conversavam.
Ao nascer do sol o assunto acabou, mas antes disso muita coisa aconteceu.

- Minha princesa do Sétimo Castelo - disse o jovem moço - conte-me como anda a vida...

Com uma dúvida, ela não poderia continuar simplesmente falando sobre o que o jovem havia perguntado, curiosa, indagou:

- Amor, qual o motivo de ser do Sétimo Castelo?

Um leve riso, movendo apenas o canto esquerdo da boca e o jovem a respondeu...

Sete é a perfeição, o castelo é digno de uma Princesa que com sua beleza consegue acalmar o mais terrível monstro... E qual seria a graça de acalmar o mais agradável animal irracional? Beleza sem função, música sem melodia, sensação sem percepção.
És minha bela dama, adormeço tão fácil em teus braços minha linda princesa.
O mais próximo que um ser humano pode chegar a perfeição está em ti, por isso és do sétimo, perfeita, ou quase.

Envergonhada, a jovem retoma o pensamento e apenas o beija.

Um beijo estilo beijanjo.

2 comentários:

Dario Dariurtz disse...

Quero um castelo, quero uma princesa, não quero monstros, só quer leveza...

Adore! Muito bom, bom demais.

Abraço, bom começo de semana.

luh.santos11 disse...

e o moço que expressa melodia em suas palavras ... se encaixaria também ao sétimo, ;)

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