sábado, 20 de novembro de 2010

...Sina Amor...

A sina se repete na cena
De forma que deforma a vista
Cego torna a desejar
Ter do amor, o terno e a flor

Reflexo que responde o fluxo
Sempre retorna o mesmo
Vem do caso e vai pra casa
Princesas e sapos, príncipes e monstros

Metade de uma tarde 'adomingada'
Beirando a revolta da falta de descanso
Deixar de cansar, para se casar
À luz do fim da tarde, noivo da escuridão

O fruto que ora desfruto
Toma os planos futuros que ontem fiz
Nostalgicamente o espelho me mostra
Que o que fiz, fui eu quem quis

*Ao amor redundante, à passageira paixão notória no olhar.

3 comentários:

Ane Gregório disse...

Sempre muito bom te ler...
Bons textos, boas imagens, sentimentos tão verdadeiros expostos, gosto disso.
Bju =)

Almyr Rodrigues disse...

rsrs... escolhi a imagem e a fiz refletir...

Os textos (d)escrever você...

Ane Gregório disse...

'À mim?' Ôpa! Rsrs...

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