quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Os ventos tornam Bon Vivant!

               Os bons ventos trazem eventos durante a noite que eu lembro de ter planejado mas que devo ir além do que me é permitido... Romper a marca da linha que limita!


               O que me torna fraco são as revelações de fraqueza, os pontos que jamais deveriam ser pontuados em conversas simples sobre certas formas de se ver o modo correto de se viver.

               O queijo do reino jamais sobrevive até o fim do ano, apesar de ser do reino, nesta terra nenhum deles é eterno, seja pimenta ou queijo!

Pa Ciência & Amor


És Cátion e eu o ânion
O positivo, e eu o negativo
Da causa, sou o efeito
És a multiplicação, eu, a divisão

Dos tecidos...
O epitelial és tu, e o conjuntivo eu
E do conjunto sou as unidades

Tu Mitocôndria e eu Lisossomo
Tu és a ação, sou a reação
Sei bem o que somos
Mas não o que seremos

Dos vários óvulos, sou um
Dentre espermas eu venci
Se não existíssemos
Jamais diria: Eu nasci!



*Poesia feita em conjunto com Joss Sci

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O que é?

Sonho                                 Liberdade                                 Vento

                         Realização                              Medo

Superação                             Diferença                             Irmandade

                       Motores                                    Rock

Autoestrada                       Velocidade                             Soluções

                          Problemas                         Sem destino



Libertas!                            Libero!                                 Immunitas!

                 Freedom!                           Libertà!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Vai de Véspera...

Véspera, novamente, volta tudo
Vem a velha visão triste
Que tudo é nostálgico
Tudo que ainda nem existe

Vacilos, deslizes e velharias
Voltam em forma de presente
Vão-se os anos e as especiarias
Não se modificam, nada recente

Vai de véspera o peru
Da viagem, a ansiedade
Da chegada, o alívio
Do estresse, a briga

Sereia

Serei a noite encobrindo
Serei assim tão calado
Serei a tua boca desejando
O meu beijo bem ensaiado

Devo te amar sem receio
Corresponder a teus anseios
No teu mar mergulhar
Fazer sentir o amor alheio

Serei atento à tuas palavras
Serei alento teu eternamente
Meu tesouro eu descobri
E guardarei fielmente

sábado, 18 de dezembro de 2010

De amor ninguém morre...

As casas hoje tem asas
As desgraças surgem de graça
Formas, ao fim, sempre deformam
E desbobinam-se em farsas

 

Foram-se os dias, as noites não
Já não mais convivo
De ataduras nas mãos,
Cicatrizou, e hoje vivo!





 

E de amor morreu!
Não! Enganou-se, está com Morfeu!
De amor não se morre
E sim por não ser forte!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Princesa, ora vestida, ora nua

Bela Pintura de John Collier
E de repente o contrário se lhe pôs...

Fez do Inferno o Alasca,
Dá voz ao frio
Dá fraqueza à força
Do inteiro já partiu

Do melhor vem a essência
Da inocência, a indecência
E o complexo, simples se torna
A santa converte-se à puta

Tudo muda, nada perpetua
Dos vestidos da realeza,
Agora a jovem está nua
Fria, fraca, partida, indecente...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Nasci!

Aqui não estou, e o devaneio em passatempo tornou-se... Feliz por ter
nascido, de uma felicidade à dois. O Aniversário!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

VidÀfora

O típico senhor que todos os dias lê o jornal à porta de casa...

O empresário que sempre veste roupas caras todos os dias, o dia todo...

Aquele que sempre faz as mesmas coisas o tempo todo...

...E no meio da viagem, que tal uma paradinha?
Planta e colhe, não escolhe
Pode escolher, mas nunca quer
Ter rotina é ser cretino
Total miserabilidade vital

Negligencia viver sabendo que curta é a vida, a vida é uma maravilha divina... Nascemos com vida, por isso estou escrevendo e você lendo, foi um presente perfeito de Deus!

Negligência é ter vida e não viver.

Um dia pensei em ser normal, e no momento que pensei, desisti quando observei o tédio que invade tais vidas!

Há quem goste da rotineira vida, há graça?

O "daqui a pouco" já é tarde!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Jewelry Eyes

Largest jewel
An emphasis to looker
With a flower design
Makes the rain pass through your body

Does the sun, your night light
His walk it illuminates
With the shine of you look,
Away leaving: death, hunger and hatred

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Preciosa jóia maior
Um destaque ao que olha
Com o desenho de uma flor
Faz correr a chuva por seu corpo

Faz do sol, a luz da noite
Seu caminhar ela ilumina
Com o brilho do olhar afasta,
A morte, fome e ódio

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Marcas de batom...

Do riso à vaga desconfiança
Rasteira na doce roseira
Derruba, impiedosa, as flores
Assim o ciúme aos amores

Saúde é imunidade
Ciúme, necessidade
Falha porque é humano
Cego enciumado torna-se desumano

Vem a dor, vem o pranto
A planta que outrora forte
Agora perdeu o encanto
Ao léu, jogada à sorte

Vem ser feliz
Deixa o pathos¹
Perder é triste
Mas evita futuros atos



¹Pathos é uma palavra grega que significa excesso, catástrofe e sofrimento.

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