sábado, 18 de dezembro de 2010

De amor ninguém morre...

As casas hoje tem asas
As desgraças surgem de graça
Formas, ao fim, sempre deformam
E desbobinam-se em farsas

 

Foram-se os dias, as noites não
Já não mais convivo
De ataduras nas mãos,
Cicatrizou, e hoje vivo!





 

E de amor morreu!
Não! Enganou-se, está com Morfeu!
De amor não se morre
E sim por não ser forte!

4 comentários:

Ana SS disse...

Tão bom quase morrer de amor...

Ane Gregório disse...

Infelizmente as casas hj tem 'asas' e 'desgraças surgem de graça'. É...ninguém morre, pelo menos fisicamente...
No coração fica a cicatriz, vai num vem a gente lembra dela, não sente a dor, mais ela está alí...
#PrecisodeumanticicatrizanteURGENTE!

Almyr Rodrigues disse...

Ana SS -> Continuar vivendo, depois da quase-morte, tornar-se mais arisco e cauteloso...

Ane -> "Eu queria manter cada corte em carne viva... E a minha dor em eterna exposição..." (Leoni)

**Abraços e Beijos**

Ane Gregório disse...

Bom trecho escolhido, como sempre... + ñ gosto muito de sofrer em carne viva...mas, recebo todos seus abraços e beijos [...]

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