sábado, 2 de abril de 2011

Um pouco dO Poeta

O Poeta ama as palavras
Tal qual elas a gramática
Que ordem as impõe
Sem uso da má temática


Com ou sem estas persiste
Seja ódio, amor ou dor...
À borboleta ele ensina
Que é sina sua virar flor e não bolor


Rosa murcha não é morta
Quando ainda é madrugada
Tristeza bate, caso acorde
Rios de pranto mancham o manto


Este é O Poeta sentido
Permanece a minha cisma
E me encontro com perdidos
Ao forte e fraco sempre ensino

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