segunda-feira, 17 de outubro de 2011

AMORte

Parte d'onde se espera
Vida, amor, claridade ou cidade
Levado pela morte por quimeras
Sem se notar cor, raça ou idade

Toma o corpo dos que permanecem
Alegria regurgitada por felicidade
Da noite perfeita aos que não amanhecem

A brevidade da vida
Que certeza cruel
Num instante e... Passou!
Curta, vida, curta!

Busca bestial aos agrados
Para puro reclínio de enfado
Desejos longe dos sagrados
Consomem o ser mais amável

Bruxa que encontra brecha
Pr'assustar minha calma
Desmembrar nossa união
Quebrar do cupido a flecha

A moça que pariu amor e partiu
Negociou vida por morte
Deixou alegria por solidão
Caída ficou, à própria sorte

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