domingo, 2 de outubro de 2011

A Presente Ausência

Contradição
A presente ausência teima em ser
Indecência minha te querer ter
Todo bem viria pra sorrir
Toda vida seria uma busca feliz

Sei que libertino não sou,
Nem solto em meu próprio mundo
Descobri que só sou solto
Na escuridão e mar profundo

Afogado, afanado e violado...
Todo meu pouco prazer
Ora vive em si isolado
A essência eterna de meu ser

2 comentários:

Ane Gregório disse...

Hum... teimo em dizer, deverias transferir teu curso p/ Letras/Port., p/ fazer uma pós em Literatura, pq além de escrever tão bem, há subjetividade em cada verso teu...
Sempre bom te ler...
Abç! =)

Almyr Rodrigues disse...

Ane Gregório: Planos meus... rs

Sempre bom me ler? Sempre bom é ser lido, por pessoas como você.

Abraços!

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