terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

(In)finito

Uma nação de um homem só
Sutilmente me repreendo
E parece não adiantar
Sempre acaba
Assim

.
Crio
Recomeço
Revivo minha alegria
Universo, pequeno é o príncipe
'Say' que eu estou sozinho
Saí ao teu lado mas...
Ainda assim perdi
Voltei a ser
O Sol
Nu
.
Acabou
Acabei dividindo
Estou em tantos corpos
Que não sei mais do meu idioma
Minha língua não fala mais o que penso
Me tenho em todo beijo que já dei
Falta muito de mim aqui
Falhas expostas
As respostas
Não tenho
Termino
Sóbrio

S...
=X=

Um comentário:

Ane Gregório disse...

Como sempre muito bons...
Só não a solidão que insiste em seus versos, mas se para nascer versos bons é necessário haver a fase solitária do escritor, que seja então...

Abraço forte para ti!

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