terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Não Há Rumo

Há mais de uma semana
Não arrumo meu quarto
Não há rumo em minha vida
É quando penso ser o fim desta lida

O sol passeia pela janela
A lua decide ser um só raio
E o escuro me satisfaz
Portas e janelas por ora fechadas

Teu murmúrio em minha ausência
Consciência minha acalma alma tua
A lama cinzenta e inútil sob tua face
Encobre o mais avermelhado coração

Há mais de três, minutos
Que não lembro de você
E precisas entender
Que lembrar, já é esquecer

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