sábado, 11 de fevereiro de 2012

Poema Azul

Olha, olha o poema que corre em minhas veias... Vês o quão azul me corre, me ocorre que o azul é cor de morte, o poema é minha morte... Há mais azul em meu sangue, que vermelho, há branco mas não há paz. Não há com o que se preocupar, se a morte poética é meu caminho, e o modo de revirar a vida é suscitar tristeza, eu vivo, mas sem medo do que me é azul.

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