quarta-feira, 14 de março de 2012

Olhos de Pranto

Que os olhos de pranto não me encontrem
Que me cerquem, mas não me toquem
Me vejam, mas não insistam
Em colorir-me com a vermelhidão da dor

Da mente, que desmente o que faço
Que razão não precede o amor
E amor não vem do coração
É o que me faz esquecer da canção...

Que eu chore, que planeje
E o meu peso, posto que é pranto
Não há força que me impeça
De viver mais um amor, um encanto.

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