quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O Mergulho

Há de ser tal qual mergulhador
Como a um mar, te amar
Desejar estar imerso
Mesmo que só em versos

Rodopiar no espaço do seu coração
Que em vez de discutir
Inibe logo a situação
Sabendo que de nada vai servir

Traz paz e é capaz de me mimar
E fazer-me delirar
E é na areia que às vezes mergulho
Em certas circunstâncias é minha ânsia

Uma vez mar, duas, areia
Há quem odeie
Digo que é a medida
Do amor desmedido

2 comentários:

Fake Histórias disse...

Escrevendo!
Bom poder ler coisas boas novamente! :P

Almyr Rodrigues disse...

Grato pela leitura, uma honra ser lido por "Fake Histórias" e pelo elogio.

Abraço Suado!

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