sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Aurora Que Há De Vir


A escuridão que desabrocha
Desata em mim uma oração
Uma rocha ora lapidada
Consolado por uma canção

Uma oração que afaste o medo
O receio e todo o resto
Que a canção me ponha um teto
Me proteja como mãe ao feto

Lembro, então, de como foi
O momento e a vida em retalhos
Um mosaico banhado em amor
Que agora devo quebrá-lo

Surge agora o sol de outrora
Reaparece e retoma minha aurora
Mostra o que ontem não via
Quando não sabia que tinha vida

Há vida no fim da escuridão
Há mar mesmo que não veja
Que a noite não esqueça
Que é grande o mar que há

Que seja infindo
Que eu saiba entender
Que mesmo sozinho
Eu sim, sei, ei de vencer!

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